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25 mil km através de 15 nações nas 3 Américas, com um Fiat Palio weekend 100% elétrico.
Partindo de Los Angeles, Califórnia, cruzamos o México, Guatemala, Honduras, El Salvador,
Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Argentina e Paraguai.
A chegada da fase 1 ocorreu na hidrelétrica de Itaipú, em Foz do Iguaçu, Brasil.
Partindo de Los Angeles, Califórnia, cruzamos o México, Guatemala, Honduras, El Salvador,
Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Argentina e Paraguai.
A chegada da fase 1 ocorreu na hidrelétrica de Itaipú, em Foz do Iguaçu, Brasil.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Fiat Palio weekend elétrico enfrentou uma duríssima prova, retornando ao Brasil com aproveitamento total, sem apresentar nenhum defeito ou problema durante o percurso
O "Zero Emissão" partiu de Los Angeles, Califórnia e cruzou 15 nações das Américas do Norte, Central e do Sul. O desafio superou 23 mil km rodados, numa iniciativa mundialmente única e inédita, com um carro de passeio 100% elétrico.
Apesar do tremendo sufoco para vencermos a burocracia nas aduanas do México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua e Costa Rica, cruzamos todos estes países conforme o planejado e o Palio elétrico teve um desempenho expetacular, sem apresentar nenhum problema ou defeito, apesar de encarar incontáveis trechos de estrada em péssimo estado. Mas todos os entraves até então vivenciados foram fichinha, comparados ao confuso e caro exercício de despachar, de navio, os veículos do Panamá, último país centro-Americano do roteiro. Do início das negociações até o navio finalmente zarpar para a Colômbia perdemos 40 dias. O premio para tal desgaste foi desembarcarmos, finalmente, na América do Sul. Estávamos mais perto de casa e tudo prometia mudar, e mudou, para melhor.
O Palio elétrico e o motorhome chegaram na belíssima Cartagena de Índias. O trailer de apoio jogou a toalha e foi repatriado para os EUA, do Panamá mesmo. Simplesmente não aguentou as estradas latino-americanas. Estava litearlmente por se desmanchar.
Já os trâmites de desembaraço em Cartagena foram tranquilos. Deixamos imediatamente o úmido calor caribenho para trás, seguindo para o sul, com destino a Medellín. As íngrimes e sinuosas estradas da cordilheira colombiana foram um tremendo desafio para o Palio elétrico. Tanto que registramos a maior e a menor autonomia por carga de toda a viagem, respectivamente 143 e 58 km. De Cartagena até a fronteira com o Equador percorremos 1.618km, superados sem qualquer incidente.
Metade do mundo
Elegemos Quito, primeira cidade tombada pela Unesco como patrimônio da humanidade, em 1978, para uma pausa. Cruzamos a Colômbia sem descansos e nos demos conta de que jamais recuperaríamos o tempo perdido no Panamá. De qualquer forma, um grande alento estava por vir. Ao passarmos para o hemisfério sul, logo rodaríamos sobre as longas e infinitas retas peruanas e chilenas, em meio a fantásticos desertos. Mas o Equador não nos deixou cruzá-lo tão facilmente. A exemplo da Colômbia, trechos intrincados, muito íngrimes, que nos levaram a superar os 5.400m de altitude e muito frio.
A receptividade na aduana peruana foi excelente (assim como no Equador e na Colômbia). Além de trâmites incomparavelmente mais ágeis, tudo sem custos, ao contrário da América Central. E foi um verdadeiro prazer deslizar sobre os mais de 2.500 km de negro tapete asfáltico peruano.
Rumo leste
O plano original previa nossa partida de Los Angeles em novembro de 2010. Porém, com todos os entraves que ocorreram até que o Palio, finalmente, chegasse aos EUA, zarpamos somente em abril de 2011. Isto nos forçou a mudar o roteiro. Inicialmente, chegaríamos à Patagônia no verão. Durante o inverno, só veículos 4X4 conseguem chegar lá. Neste ano, muitas estradas estão fechadas no sul do continente por neve.
Já no Chile, na região de Antofagasta, desviamos para San Pedro de Atacama, cidade próxima à fronteira argentina. Soubemos que o paso de Jama, apesar do intenso frio, estava abrindo quase todas as manhãs e, realmente, conseguimos cruzá-lo no terceiro dia. Ao chegarmos no topo da cordilheira, havia muita neve e a temperatura estava em 17 gráus celsius... negativos! Passamos por San Salvador de Jujuy, Salta e, de lá, pegamos a Ruta 16, que nos levou até as proximidades do Paraguai. Ao cruzarmos a fronteira do 14º país da viagem, bastaram os 40 km até a capital Assuncão, onde o Palio completou seus 20 mil km incólume. Apenas 330 km nos separavam agora do Brasil.
Adentramos na usina hidrelétrica de Itaipu dia 17 de agosto, aos 20.390 km, para celebrar uma pré-chegada. Como o objetivo é o de percorrer 25 mil km com o Palio elétrico, o desafio continua. Agora pelas temíveis e mal-cuidadas estradas brasileiras. Neste momento estamos rodando com o Palio em Florianópolis, submetendo-o a uma prova de uso constante em cidade e em congestionamentos. Agora ele soma 23.658km e continua infalível.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Missão cumprida.
Já do lado brasileiro, a caminho de Itaipu, onde tudo começou.
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Oi! Bem-vindos ao Brasil!
Legendas Paulo Rollo
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sábado, 13 de agosto de 2011
Últimos quilômetros na República Argentina.
| Após tantas paisagens desérticas, surge vegetação até no acostamento! |
| E belos campos floridos. |
Nos despedimos da Argentina com um maravilhoso frango na brasa. Hummmm. Muy bueno. Que rico! |
| Galináceos carbonizados... Sinto pelas aves mas... quem mandou elas serem tão gostosas?! |
O Paraguai é o 14º e penúltimo país da expedição. |
Estas chipas paraguaias são deliciosas. Prefiro as com erva doce. |
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domingo, 7 de agosto de 2011
Salta, Argentina.
| Purmamarca, noroeste da Argentina. |
A feira de artesanatos de Purmamarca é uma das maiores da Argentina |
| Talvez a maior especialidade culinária da região de Salta sejam... as salteñas! |
| Assadas ou fritas são deliciosas. E famosas em todas as Américas. |
Um verdadeiro time de produtores de saltenhas. |
| Um alfajor extra gigante. |
| Fomos conhecer de perto a música folclórica da região de Salta. |
| E dança típica gaucha também (em espanhol se pronuncia gáutcha). |
| Vimos também uma encenação do Carnavalito Coya. |
Legendas
Paulo Rollo
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Partindo de San pedro de atacama, rumo a Argentina
San Pedro de Atacama.
Apesar desta ser a 11a vez que visito o maravilhoso Chile, eu ainda não conhecia San Pedro. O fato é que a cidade desperta, ao menos em mim, aquela sensação ambígua que muitas localidades, ao desabrocharem para a fama, revelam. Para estas "famosas" há, inexoravelmente, dois caminhos a seguir: aproveitar a fama e explorar o turismo ou aproveitar a fama e explorar os turistas. Infelizmente San Pedro seguiu o segundo caminho. Posso chutar, sem medo de errar, que esta é, de loooonge, a cidade mais cara do Chile. Tudo é uma facada, para não dizer um chutão na pleura ou no duodeno. O governo também aproveitou para tirar sua lasquinha, cobrando entrada nas atrações que rodeiam a cidade, mas sem oferecer infra-estrutura em troca.
Desejo frisar que gostei de San Pedro de Atacama. A cidade emana uma atmosfera interessante. Tem muita gente bonita nas ruas, de todos os recantos do mundo e a rusticidade das construções lhe cai bem. Tudo orna.
Desejo frisar que gostei de San Pedro de Atacama. A cidade emana uma atmosfera interessante. Tem muita gente bonita nas ruas, de todos os recantos do mundo e a rusticidade das construções lhe cai bem. Tudo orna.
América do Sul.
Com o passar dos dias e com o avanço do Zero Emissão, vou relembrando o quando amo o nosso continente. Temos tudo o que há de mais belo e impactante aqui. Os rios mais impressionantes do mundo, a maior e vasta floresta, o mais árido deserto, um pantanal inigualável. Ta tudo aqui! Como se fosse pouco, a Cordilheira dos Andes nada deve para os Alpes europeus. Os fiordes chilenos quase dão uma surra em seu par escandinavo. Mas a cereja do bolo é a Patagônia. Para mim, o local mais belo do planeta. Em sua próxima viagem de férias, considere visitar a belíssima Colômbia, se deslumbrar com os glaciais de Perito Moreno, na Patagônia Argentina, ou o impactante Parque Nacional de Torres del Paine, no Chile ou mesmo desvendar a altiplânica Quito, primeira cidade tombada pela Unesco como patrimônio da humanidade. E sabe qual é a maior vantagem? Todas as localidades que mencionei são acessíveis de carro! O automóvel é uma das melhores invenções de todos os tempos. Não vou aqui entrar no tema dos congestionamentos e outras chatices pois a vida é feita de escolhas e quem escolheu viver em cidade congestionada, que pague o preço! Também não darei espaço aos chatos de plantão que bradam que os carros poluem. Neste momento, milhares de engenheiros trabalham duro para melhorar isso. Você sabia que um sedã moderno polui ao menos 100 vezes menos que um Fusca? E estes números melhorarão ano a ano. Um bom exemplo é que estamos viajando com um Fiat Palio elétrico que, simplesmente, não emite poluentes! Por fim, as estradas do mundo, que custaram tanto dinheiro e esforço para serem produzidas e estão clamando para que rodemos sobre elas. Ouçamo-as!
O Paso de Jama está congelado e somente é possível cruzá-lo uma vez ao dia. A caravana parte as 5 da manhã, da aduana chilena em direção à Argentina. O percurso é de pouco mais de 160km. |
| Em vários trechos havia apenas o frio (do lado de fora dos veículos, claro) e a estrada perfeitamente trafegável. |
Outros, muito estreitos, exigiam máxima cautela. |
| Dava pra ficar, tranquilamente, uns 3,5 segundos fora dos veículos antes do frio começar a doer. |
Um novo dia deslumbrante surgindo. |
| O Palio elétrico em ação. |
Encarou os 15 graus negativos exatamente como se fosse outro dia qualquer. |
| O Tico também superou a etapa sem problemas. |
| Conseguimos! Iça! |
Para quem ainda não conhece, a Argentina é, em termos de paisagens, um dos países mais espetaculares em todo o planeta. A culinária é também ótima. Não esqueçamos dos vinhos... |
| Tons que enchem os olhos. |
| Melhor não sentar aí. |
| Muito bonitos os cactus daqui |
| Sugestivo este... |
| Veja o caminho sinuoso que nos aguardava. Parecia pista de autorama! |
| Então nos deparamos com um imenso salar. |
| Que é tão vasto que permite brincar com imagens como esta. |
| Jeanne em ação. |
Decidimos parar em Purmamarca ao entardecer. Pudemos ficar no estacionamento do hotel Adobe, sem custos. Entre outros animais, eles tem duas lindas e mansas lhamas. |
Esta adorou ganhar frutas secas da Jeanne. |
| havia também cavalos. Legendas e textos Paulo Rollo |
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